segunda-feira, 30 de abril de 2012

Nanocontos de 29 de abril de 2012

Ele tinha tão claro o que queria em sua vida, mas foi em um desvio de percurso que encontrou aquilo que o buscava.

Do banco de clones, humanos saiam em série. Programados com suas funções. Mas um secretamente tinha um defeito: era criativo.

Diante das gotas caindo, ele fecha a janela, temendo a chuva. Mas não há chuva essa noite, e as gotas q caem do teto são sangue.

Mesmo com o corpo doendo dos ossos quebrados, ele olha para os motoqueiros sorrindo. Hoje é lua cheia, e o céu está se abrindo.

Não havia nada lá! Tinha certeza. Mas sentia que estava sendo observado. Como se as próprias sombras tivessem olhos.

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